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 [Rank - C] Pregando Peças (One-Post)

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Makoto
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MensagemAssunto: [Rank - C] Pregando Peças (One-Post)   Sab Ago 18, 2018 2:20 pm

Pregando Peças
Rank: C
Objetivo: Dê um sermão nos gennins e os confronte se for necessário.
Descrição: Uma dupla de gennins baderneiros e recém-formados estão pregando peças pela aldeia, impeça-os. O último caso foi numa floricultura, então tente obter alguma informação sobre eles.


— Você quer que eu brigue com eles por isso? Eu deveria dar um troféu aos fedorentos! BYAHAHAHA! — Ria até não ter mais fôlego vendo a foto das artes dos garotos que passaram rasteira em velhas, picharam muros, quebraram latas de lixo, amarraram gatos pelo rabo e mais recentemente cortaram todas as malditas flores da floricultura mais famosa da aldeia. Os moleques são a versão mais forte da minha personalidade num surto de anarquismo terrível de ser controlado, mas pelo jeito o meu superior não gostou da maneira que eu reagi ao chamado.

— Uzumaki Iori, escute-me — disse ele ajeitando o óculos e me olhando por cima da lente — isso é muito sério. Não podemos deixar que isso sirva de exemplo pros ninjas da academia ou passe impune, comportamentos como esse passam a imagem de que a aldeia está fraca e de que nossos ninjas não são disciplinados, isso faz com que os pedidos diminuam junto com os preços e pode sujar a imagem da vila de maneira generalizada, entendeu? — dei de ombros. Eu não ligava, sério. A vila estava me pagando pra fazer algo, não era um contratado de um país distante nem nada do tipo. E só tinha uma razão pra eles estarem me contratando: eu era o rei das pegadinhas e dos trombadinhas. Fui o maior deles nas infância e adolescência - leve maior no sentido que quiser, paspalho.

Dei de ombros à irreverência sobre meus grandes feitos e saí, precisava juntar informações sobre o que estava acontecendo e o melhor lugar pra isso era na floricultura. Já fui com um bloquinho em mãos, coçando a axila com a ponta da caneta. Chegando lá testemunhei a melhor cena da semana: aquela velha rica porca imunda chorando sobre suas flores. A minha vontade era de enterrar o-que-não-vou-dizer em sua o-que-não-vou-dizer de viúva. — O que houve, minha formosíssima dama? — esbocei em escárnio, pegando as notas em mãos e aprontando-me pra desenhar a cara mal feita dela enquanto a vadia pensava que eu estava de fato anotando algo importante.

— Bem, eles vieram até aqui — iniciou a mocreia, olhando-me com clara arrogância, como se eu fosse feio ou fedesse à ovo podre — e cortaram as flores. Que parte você não entendeu? — Ela cuspiu as palavras com a sutileza que um sapo dispara veneno nos olhos dos predadores, eu apenas gargalhei pra caralho quando desenhei perfeitamente uma veia que saltava em seu pescoço. A questão é que a idiota não tinha entendido o que eu realmente queria.

— Olha aqui sua velh... vendedora de flores, quero dizer — engoli o tom arrogante porque não queria realmente entrar numa discussão com aquela retardada — eu preciso saber quantos eram e como eram, entendeu? É isso que eu quero. Não ligo pra porcaria das flores nem pro prejuízo, só quero dar uma sova nos moleques pra ganhar uns trocados e encher minha geladeira de paçoca, vagab... vagas por todas as prateleiras da geladeira, meio vazia, sabe como é? — terminei, cansado. Percebi que era melhor fazer silêncio do que acabar ofendendo a carcamana sem querer.

— Oh, entendi. — Disse ela olhando de lado. Nosso desprezo era mútuo e absoluto de forma que preferíamos ignorar as ofensas do que ficar gladiando um com o outro, eu já odiava essa velha e não tinha nem dois minutos que conhecia a mocreia. — Um deles era alto, tinha um boné com o símbolo da aldeia e gostava muito de cortar rosas com aquelas mãos rapidinhas, tinha um símbolo parecido com esse nas costas — então ela tirou um papel da bolsa que continha o símbolo dos Sarutobi desenhado com tinta vermelha — e o outro não tinha símbolo algum, mas era baixinho e gordo.

— Okay, já pode calar a boca. Vou atrás deles. Pirralhos... — O baixinho e gordo era meu irmão, enquanto o Sarutobi ferrado era Ikazuki, seu melhor amigo. Meu irmão, Choga, é o queridinho do clã. Sempre tá fazendo merda por aí, era hora de dar uma bronca neles e sabia onde estavam. Caminhei até lá em passos longos e furiosos que faziam a terra tremer. Vi-os sentado no mesmo banco de sempre, onde sempre estão nessas horas tomando sorvete. Ah, sorvete.

— Ei, desde quando virou um trombadinha? — disse erguendo meu irmão pela gola da camisa — caralho Choga, cê tá mais gordo que nunca! BYAHAHAHAH! — sempre fazia isso com ele e nunca meu braço havia pesado tanto pra suspendê-lo do chão — acho melhor vocÊ parar com essa merda antes que eu chute sua bunda, pensando bem... — apenas soltei-o e disparei uma bicuda que mandou o garoto de cara no muro mais próximo, cinco ou seis metros de onde estávamos. O seu amigo levantou-se em prontidão e admirem: fez clones das sombras. Oh, que idiota. Cinco ratos não são mais ameaçadores pra um urso do que um único rato. Apenas sinalizei pra que viesse e meti a palma aberta na cara de cada um, rebaixaria-me muito cerrando o punho pra pivetes malcriados.

— Estávamos tentando nos divertir, seu paspalho! — Choga, no auge dos seus doze anos, tinha a boca muito suja. Virou-se contra mim depois de averiguar o galo na cabeça e usou tanto Baika quando Nikudan Sensha, uma pequena bolinha de destruição vindo em minha direção que apenas chutei de novo.

— Olha o penalti! — Gritei, rindo pra caramba. Dessa vez ele destruiu a parede quando foi de encontro à ela. O Sarutobi aproveitou da circunstância, subiu no banco e puxou minhas calças até o joelho. A sorte era que eu estava pelado. Ele não gostou nada do que viu, muito menos do cheiro que veio de trás em encontro à sua cara quando flatulei em seu rosto. — Acho que chega, não é mesmo?Aprendam a lição. Querem pregar peças? Ótimo, mas façam como eu que estou ganhando pra peidar na cara desse imbecil. — Dei o maior tapa que podia e arremessei o garoto que segurava o próprio nariz, fazendo-o quase desacordar. — Sejam mais inteligentes, espero que não se repita. Tenho ordem pra usar a força caso aconteça novamente. É melhor segurarem seus impulsos juvenis se não quiserem que eu quebre seus pulsos juvenis, entenderam? — Deixei que refletissem sobre meu infame trocadilho e parti para receber o pagamento de outra missão bem cumprida.

FULL




.......

[17:45:13] @ Kurt : ja tankei arthur, mexicano e eric
[17:45:15] @ Kurt : ao mesmo tempo
[17:45:17] @ Kurt : me respeita
[17:45:44] @ Accel : tankou eles roubando a gm?
[17:45:48] @ Accel : acho que nao
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Kurt
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MensagemAssunto: Re: [Rank - C] Pregando Peças (One-Post)   Sab Ago 18, 2018 2:23 pm

k
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