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 [Rank - D] One-Post Makoto

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AutorMensagem
Makoto
Chūnin - Konoha
Chūnin - Konoha
Makoto

Função : ADMINISTRADOR
Alertas :
50 / 10050 / 100

Mensagens : 615
Pontos por atividade : 753
Reputação : 0

Ficha Shinobi
HP:
650/650  (650/650)
Chakra:
400/400  (400/400)
[NPC] Experiência:
0/0  (0/0)

MensagemAssunto: [Rank - D] One-Post Makoto   Sab Ago 18, 2018 2:27 pm

Professor Substituto
Rank: D
Objetivo: Dar uma aula na Academia Ninja.
Descrição: Um dos chunins responsáveis pela aula do dia acabou adoecendo. É preciso encaminhar algum substituto, mesmo que seja um genin. O escolhido deve ministrar a aula por um dia, cuidar dos alunos e apresentar um conteúdo de sua escolha.

— BYAHAHAHAHA! VOCÊ SÓ PODE ESTAR DE SACANAGEM, TAMPINHA! — Empurrava a cabeça do encarregado contra o galpão do escritório e gargalhava o mais alto que a garganta permitia. Pedir pra que lidasse com pirralhos na academia era pedir que um dragão cuidasse do jardim, hora ou outra tudo estaria incendiado e os planos iriam água abaixo. — Eu pensava que era imbecil, mas vocês do alto escalão se superam todos os dias. Idiotas até que a morte os ampare, não é? — Pressionei o crânio do sujeito com a ponta dos dedos e então afrouxei num afago amigável — eu vou lá cuidar desses catarrentos. Não me responsabilizo por meninas carecas e garotos eunucos até o intervalo! BYAHAHAHA! — Giro sob os calcanhares e deixo as escadas cantarolando um brado de guerra qualquer.

A academia ninja ficava ao lado do prédio e só de pensar em entrar naquela bodega outra vez extasiava-me; ronronei ao Cleyton, gato de estimação que sempre estava por ali vasculhando as latas de lixo. O animalzinho provavelmente era o único ser que eu não agredi naquela instituição além dos professores - não todos. Vi que cresci quando o umbral quase me decepou e o corredor parecia pequeno demais ao colosso que tornei-me, embora isso não tenha arrancado a nostalgia de caminhar por ali. O assoalho de madeira antigo rangia aos passos e os olhares eram inevitavelmente dirigidos até mim: fedia igual um cachorro, era grande igual um urso e belo como um ornitorrinco. — Por que estão me olhando, seus diabinhos catarrentos? Vamos para a sala... — lancei olhares indiscretos ao papel na mão e comunicados nas portas até encontrar a numeração correta — sala treze, isso mesmo. — o indicador que mais parecia salsicha em conserva indicou-os a entrada, o portão do inferno.

A sala de aula era como todas as da academia ninja: ampla, numa plataforma em degradê onde se posicionavam as mesas dos alunos com o professor embaixo dum ponto que pudesse ser igualmente assistido por todos. Deveriam ter uns quarenta pirralhos daqueles, nenhum me agradou aos olhos ou fez com que simpatizasse a ponto de não querer enfiar a cabeça deles na privada. Era hora da diversão. — O diretor me mandou um comunicado, estão numa missão de sobrevivência. A comida de vocês foi envenenada nessa simulação e preciso que me entreguem suas lancheiras, vamos, andem. Não tenho todo tempo do mundo, carambolas! — O tapa na mesa foi para impor autoridade, os alunos trocaram olhares e se apressaram a empilhar os lanches e voltarem aos respectivos lugares cabisbaixos. — É muito fácil enganar vocês, idiotas. BYAFUFFUUF! — cospia farelos com a boca cheia enquanto caçoava dos menores.

O assento do professor era desconfortável, tive que lidar com a barriga pressionando a mesa e as coxas largas excedendo as laterais da cadeira e por isso preferi levantar. Disfarcei da melhor maneira possível: coçando meu peito nu e suado e dando um poderoso arroto que fez as janelas tremerem e o giz descarrilhar da lousa. — Maneiro, né? BYAHAHAHAHA! — Passar o molho picante de um dos alunos no pão de queijo do outro era vê-los salivando enquanto eu fazia gororobas questionáveis.

— Bem, bem. Vamos à aula. Alguém aqui sabe me dizer a importância do trabalho em equipe? — Um ou outro levantou a mão, fiz-lhe que calassem a boca — explicando da maneira correta, imaginem que a minha fome é um grande vilão. Vocês acham que apenas esse mísero sanduíche de presunto que estou comendo seria capaz de derrotá-la? — Alguns fizeram que não com a cabeça, então bati na lousa — EU QUERO OUVIR ALTO. — Foi algo parecido como "NÃÃÃÃO SENSEI!" e satisfez — então essa é a lição de hoje. O lanche de todos vocês juntos me satisfez, entendeu? Os lanches estão trabalhando em equipe pra derrotar o grande vilão que é a fome, sendo que apenas um deles não faria isso sozinho. Enquanto suas barrigas roncarem eu quero que lembrem da importância do trabalho em equipe. No fundo havia sentido lírico no que dizia, uma lição bem aplicada que se infiltrava nas mentes férteis da criançada, não pra mim. Eu não entendia isso e só me achava muito esperto por ter enganado pirralhos tolos que acreditavam nesse papo furado.

— Muito bem, seus fedorentos. Quero que me façam uma redação de vinte linhas sobre isso enquanto devoro o resto do lanche de vocês. — Virei as costas enquanto engolia tortinhas de morango e amora.

— Redação dissertativa, professor? — Perguntou uma garota de tranças, óculos e sarda. A típica nerd insuportável que tem que parecer inteligente. Arremessei a torta e ela se desfez do lado do seu rosto, acertando a mesa do colega acima dela.

— Escuta aqui sua pirralha indigente, não quero esses palavrões na sala! Apenas escreva sobre o que você entendeu! — Respondi, virando-me de costas outra vez e atacando um risoto com mais orégano do que deveria. As horas se passaram e eles foram me entregando os textos que li com todo o carinho que um xenofóbico atenderia pedidos de um estrangeiro. Carimbei as folhas, fingi que gostei da companhia deles e passei uma lista gutural de lições de casa, sabendo que não seria eu que teria que avaliar. Numa tacada eu ferrei com os alunos e os professores, concretizando o fato de que estou acima da média quando o assunto é genialidade. Virei-me e parti sem ter tempo pra ouvir-lhes reclamando de fome. Eu, ao menos eu, mais do que alimentado.

Auxiliar o Clã Médico com os Cervos
Rank: D
Objetivo: Capturar cervos.
Descrição: Sua missão é ajudar a capturar alguns cervos na propriedade do Clã Médico, para que possam usar seus chifres para o preparo de medicamentos ninja.

— Cervos, sério? Malditos viadinhos? Quer que eu corra nu pela floresta com um pepino no rabo enquanto os caço? Você é uma piada, essa história de clã é uma piada maior ainda.— Cuspi entre os pés do patriarca pra mostrar a insatisfação que tragava no peito. Não entendia porque se submetiam a ajudar outros clãs. Talvez eu fosse o único ninja do clã ambicioso e com espírito guerreiro, forte demais pra me sujeitar às migalhas que a vila deixava cair da mesa para nós. Eu não sou um maldito pombo, mesmo que eles pensem isso.

Foi de mal grado que saí pisando firme e batendo porta, indo até o maldito bosque onde estariam os malditos cervos para fazer o maldito remédio que cuidaria de malditas pessoas. Oh, que merda de vida. Era a única coisa que podia pensar enquanto pensava no que gastaria essa porcaria de dinheiro como motivação: curry, rámen, churrasco, costelinha de porco e essas coisas que fazem um homem não perder a vontade de continuar lutando. O bosque era mais amplo do que esperei e os animais muito mais ariscos do que deveriam ser para quem tinha aquela presa gigante. Só pensei na solução mais fácil: agarrar um filhote e esperar que seus pais viessem à sua defesa. É o que qualquer cidadão de bem faria, não é mesmo?

Montei a arapuca pro pequeno cervo, um monte de cenouras, maçãs e outras frutas deliciosas. Transformei-me num coelho e esperei num arbusto, quando ele se aproximou passei um fio de náilon pelo pescoço do ungulado e deixei que sentisse pressionar, fazendo-o pedir ajuda aos berros. Três cervos maiores apareceram e eu chutei o menor, atiçando a fúria dos seus familiares. O primeiro deles, menor dos três, partiu contra mim. Mudei a base dos pés, abri os braços e ri olhando pra sua cara de cervo bravo. Quando a distância me coube, ergui o joelho e apaguei o maldito chifrudo com uma porrada no queixo que o deixaria vendo veados por dias. Agora era hora do segundo que foi recebido por uma pedrada.

— Oh, merda! — O filho da mãe desviou o projétil improvisado com o corno e fez um corte no meu tórax com a ponta do mesmo, deixando-me furioso. Agarrei pelas pernas traseiras, roubei seu equilíbrio e fiz com que batesse a cara contra um tronco guiando-o no que parecia uma brincadeira de carrinho de mão. Seus chifres ficaram presos tão fundo que ele não tinha o que fazer. — Vamos, grandalhão. Você é o próximo.

O último deles era tão grande que parecia imenso aos meus olhos. Ele veio contra mim e por instinto de sobrevivência saltei ao lado, deixando que o cervo atingisse o vazio e voltasse trotando pra minha direção. Foi por pouco que não caí me esvaindo e isso deixou-o ainda mais atiçado, praticamente em frenesi pra recuperar a posturar e investir. Tive de fazer outro salto, dessa vez deixei-lhe o pé e ele se desequilibrou, mas não caiu nem deu brechas pra que fizesse com ele o que fiz com o primeiro. Eu também não teria coragem, afinal um coice bem colocado poderia mandar minha cabeça voando igual uma bola de baseball.

— Ora seu desgraçado, vamos ver o que você tem aí! — Ele era um cervo que corria o dia inteiro e eu um gordo sedentário que me alimento à base de salgadinhos, então estava óbvio quem se cansaria primeiro. Precisava enfrentá-lo de frente, de igual pra igual! Quando ele abaixou sua cabeça e mostrou as ameaçadoras pontas dos chifres, fiz o mesmo e curvei o tronco enquanto estendia os braços. O animal veio à galope e apressou quando estava mais perto, brandindo o corno que por sorte consegui apanhar no último instante, quando ele estava prestes a metê-lo entre minhas costelas. — BYAHAHAHAH! PARECE QUE VOCÊ PERDEU, SEU VEADO! — O animal agonizava, bufava enquanto eu regojizava com o último dos cervos na minha mão, só precisava apagá-lo. Se tentasse uma joelhada cairia, porque estávamos medindo força. Se desse uma cabeçada furaria a testa e não podia socar. Pensei no mais óbvio: vou fazer uns cortes na testa. Concentrei chakra na testa e meti-lhe a cabeçada duas ou três vezes, vendo as pequenas bifurcações do chifre fazerem cortes superficiais na minha cabeça. Ao menos foi o bastante e em pouco ele caiu, indefeso. Foi um grande adversário, melhor do que muitos que enfrentei.

— EI SEUS MOLENGAS, SAIAM DAS ÁRVORES! CAPTUREI O ÚLTIMO! — Bravejei, deixando claro quem é que manda por essas bandas. Ainda desacreditados, desceram da copa das árvores os malditos médicos com suas seringas tranquilizantes para dar no que se tremia preso nas árvores, depois levaram todos para um laboratório e fizeram o procedimento. Quanto a mim? Já tinha decidido. Comeria o melhor ensopado de cervo que fosse servido no País do Fogo pra comemorar.

FULL




.......

[17:45:13] @ Kurt : ja tankei arthur, mexicano e eric
[17:45:15] @ Kurt : ao mesmo tempo
[17:45:17] @ Kurt : me respeita
[17:45:44] @ Accel : tankou eles roubando a gm?
[17:45:48] @ Accel : acho que nao
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MensagemAssunto: Re: [Rank - D] One-Post Makoto   Sab Ago 18, 2018 2:33 pm

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