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Zireael
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MensagemAssunto: — rank c;   Seg Ago 20, 2018 8:54 pm

Eu não estava disposto 一 nem um pouco. Havia acordado mal, com o cobertor caído pelo chão e com o cabelo caído no rosto. Por conta de um pesadelo 一 ao qual não conseguia me recordar 一 havia suado bastante, de tal maneira que consegui grudar meus cabelos brancos na testa. Depois de tomar nota dessa epopeia noturna, afoguei-me no chuveiro quente, com o único intuito de me desligar do mundo e de todos os seus males. Eu precisava descansar. Foi quando, imersa em meus pensamentos e devaneios e no meio daquela imensidão de água escaldante e vapor, senti que tinha que fazer algo. Um estalo percorreu minha espinha, e meus olhos se arregalaram. "Minha tarefa!" 一 pensei, boquiaberto. Rapidamente, acabei do banho, trajei minhas vestes mais casuais, e parti em direção ao quartel general do vilarejo.

Andava à passos largos, incomodado por eu ter esquecido de tão importante empreitada. Zombava de mim mesmo 一 "Como eu posso ser tão burro?" 一 pensei, suspirando e postulando minha postura em uma nervosa, séria. Em pouco tempo, consegui alcançar meu destino. Agraciei aos deuses pela minha velocidade e parti para dentro do estabelecimento, encontrando-me com um dos Chunin. 一 Fui encarregado de auxiliar os alunos na academia. 一 proferi, olhando para o ninja de cabelos castanhos e ondulados. Por sua vez, ele olhou para mim com desprezo, reconhecendo meu cargo de Genin. 一 Está atrasado. 一 disse, de imediato. Seus olhos alaranjados indicavam desacato à minha pessoa. 一 Pegue esse pergaminho e entregue à um dos senseis. Apresse-se. 一 anunciou o Chunin, por fim. Preferi não entrar em conflito com o mesmo, apesar de que minha natureza dizia exatamente isso. Soltei um longo suspiro e saí do local, ainda com os passos apressados.

Quando cheguei na Academia, algumas crianças já esperavam ansiosamente para a entrada no estabelecimento. Apenas uma moça tomava conta de todas elas, dizendo que iria abrir as portas daqui a alguns minutos. Cheguei até a moça 一 de olhos claros e cabelos acinzentados 一 e entreguei o pergaminho que recebi anteriormente, dizendo que fui encarregado de cuidar de alguns afazeres na Academia. A moça sorriu, e disse que poderia ficar junto à ela, ajudando na entrada dos acadêmicos. Então, cruzei os braços e aguardei. Passaram-se cerca de cinco minutos e a quantidade de alunos esperando para entrar na academia dobraram. Era possível contar trinta crianças, todas com cerca de oito à dez anos de idade. Fitei cada um, e não deixei de largar mais um suspiro. Então, subitamente, a sensei abriu a primeira porta, e fiz o mesmo com a segunda. As crianças correram para dentro do estabelecimento, gritando e pulando. 一 Acalmem-se! Parem de pular! 一 disse a sensei, e eu exclamei as mesmas ordens. Pouco tempo depois, todas as crianças já estavam em suas devidas salas; e as aulas finalmente começaram.

Passaram-se algumas horas, e havia chegado a hora do intervalo. As trinta crianças juntaram-se no pátio concomitantemente, inundando aquele espaço com gritos e brincadeiras. A sensei, que antes havia me ajudado, agora estava em seu horário de descanso, e seria minha vez de tomar conta dos pestinhas. Com mão firme, forcei-as a realizar a fila para o lanche de maneira organizada, ensinando-os como fazer uma fila indiana. A merendeira agradeceu meu esforço, e a hora do lanche seguiu em paz. No mesmo momento, as crianças brincavam com seus brinquedos e com esportes com bolas, e eu tive que vigiá-las. Por sorte, ninguém se feriu. Após meia hora nesse êxtase, as crianças voltaram para suas respectivas salas para terem aula novamente.

Mais algumas horas se passaram, e já estava no fim da tarde. No alto, já era possível observar as duas luas orbitando Konohagakure, mesmo que o sol ainda estivesse se pondo. Subitamente, as crianças saíram para fora de suas salas, indo 一 cansadas 一 até seus pais, que aguardavam ansiosamente pela volta de seus amados filhos. Organizei as crianças em filas por idade, e não houve nenhuma reclamação quanto à isso. Em pouco tempo, todas já estavam entregues à seus familiares, e eu já poderia ganhar minha recompensa pelo trabalho. A sensei que antes havia me ajudado na entrada dos acadêmicos me entregou o mesmo pergaminho que eu lhe havia entregue antes, e me pediu para devolvê-lo ao quartel general para que eu pudesse retirar minha recompensa. Agradeci à ela e rumei em direção ao quartel, feliz de ter tido esse dia na Academia Ninja.

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MensagemAssunto: Re: — rank c;   Seg Ago 20, 2018 9:04 pm

Desta vez, a missão seria um pouco mais complicada. Pela manhã, Emiya se preparava para seu compromisso. A missão, de Rank C, poderia ser o maior desafio do shinobi desde que entrou no esquadrão Genin de Konohagakure. De acordo com o pergaminho que carregava no bolso, teria que escoltar Eskel, um velho artesão, que conquistou respeito devido às dezenas de obras que edificou. Seria uma missão ordinária, é claro; o que deixava Shirou nervoso seria o fato de que o artesão já possui um histórico de roubos. Sim, ladrões. Mas, se tudo desse certo, a missão seria mais fácil do que planejada.

Andando por Konohagakure, especialmente pela sua região de entrada e saída do feudo, Shirou Emiya procurava seu contratante. A única descrição que tinha do mesmo eram os cabelos grisalhos e o corpo magro. — Ei, você! — um homem gritou do outro lado da calçada, chamando a atenção do Genin. Rapidamente, o jovem se virou, visualizando um senhor ao fundo da paisagem. Era magro, tinha cabelos grisalhos e usava óculos. Era Eskel. Este também carregava uma grande mochila em suas costas, onde possivelmente estariam guardando seus "artefatos" — suas obras de arte. O shinobi dirigiu-se ao mesmo com destreza, fugindo da multidão de pedestres e cumprimentando-o. — Saudações, sou Emiya, seu escoltador. — O velho assentiu e, sem mais, partiram da vila, rumando Yumegakure.

— Então, por que o senhor reside em Yume? — O Genin  tomou nota de que Yumegakure não era uma aldeia tão povoada, e que esta ficava próxima da fronteira do País do Trovão. Eskel deu um sorriso, parecendo se recordar de momentos passados de sua carreira como artesão. — Ainda não sei o que me prende naquele lugar. — Tinha uma voz calma, não demonstrando medo da floresta pelo qual eles passavam. — Talvez seja sua grande beleza, o que me inspira minhas obras de arte. Creio-me que seja isso. — Emiya assentiu. Não queria continuar a conversa. Preferia permanecer um pouco mais profissional em sua missão. Quem sabe isso poderia o tornar um Chunin.

— Temos companhia. — Avisou o jovem cabelos alvos, que ouviu alguns passos segundos atrás. Eskel estremeceu, permanecendo atento, em guarda. Do bolso, o Genin retirou uma kunai, segurando-a com sua mão direita. Armado, o ninja permaneceu atento, com a mão esquerda pronta para formação de selos especiais, caso fosse necessário a utilização de algum jutsu simples. — Quem está aí. Apareça. — Exclamou em um tom no qual todos em um raio de vinte metros pudessem escutar. Repentinamente, "brotaram" três homens à sua frente. Ambos trajavam roupas cobertas, negras, sem bandanas, típicos ladrões. — Entregue-me a mochila. — Um deles começou falando, "pedindo" a bolsa na qual estavam as obras de Eskel. — Desculpe-me, mas não será possível. — Emiya retrucou, com um sorriso no rosto, feliz que finalmente a missão pudesse ter ação. Os três ladrões então, com a paciência esgotada, decidiram partir para o ataque.

Três shurikens voaram na direção de Shirou e Eskel, ambas em seus rostos. Isso mostrava que eles tinham conhecimentos ninja, e sabiam manusear armas brancas. Com reflexos de um verdadeiro ninja de Konoha, o Genin levantou sua mão direita, trazendo consigo a faca kunai. Com uma velocidade excepcional, talvez até mesmo sobre-humana, o shinobi defendeu as shurikens apenas avassalando-as com a arma, fazendo as estrelas baterem na haste de metal da faca ninja. — Minha vez. — disse, fitando os três inimigos. Todos estavam à dez passos do Genin, uma distância curta para ele, que podia percorrer grandes distâncias em tão pouco tempo. Em um simples piscar de olhares, o ninja começou a correr em direção à um deles, com a kunai em punhos e pronto para acertar seu oponente. O mesmo não teve tempo de reação, visto que a velocidade do jovem era estupidamente grande, o suficiente para fazer o malfeitor tomar um susto e acabar com uma kunai fincada no peito. O adversário não havia morrido, é claro, mas estava incapaz de continuar no duelo.

Os outros dois oponentes, assustados, partiram para o ataque. O primeiro deles, sem nenhuma arma, tentou desferir um soco na face do Uchiha. O outro, que trazia consigo uma kunai de três pontas, ousou acertar, de cima para baixo, a nuca de nosso protagonista. Com um simples salto para o lado, Shirou Emiya se esquivou de ambos os golpes, fazendo seus algozes se "desequilibrarem" com seus próprios ataques. Aproveitou dessa brecha para, um por um, acertar os peitos nos inimigos, apunhalando-os friamente. Para Eskel, foi bizarro ver uma ninja tão pequena fazendo algo tão brutal. Contudo, ele agradeceu aos deuses por ter aquela menina por perto.

Emiya levantou-se dos corpos dos inimigos, com os olhos brilhando em uma tonalidade vermelha, e percebeu que seus algozes não haviam morrido, mas agonizavam de dor no solo arenoso daquela região. Olhou para o Eskel e desculpou-se pelo imprevisto; por sua vez ele o agradeceu pela batalha, faziam anos que ele não via uma. Alguns minutos depois, ambos chegaram à Yumegakure. Logo, o Genin voltou novamente para Konoha, após algumas horas, pronto para pegar sua recompensa.

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MensagemAssunto: Re: — rank c;   Seg Ago 20, 2018 10:11 pm

Aprovadas.
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MensagemAssunto: Re: — rank c;   Qua Ago 22, 2018 9:10 pm

Com o olho atento, vislumbrei de longe o pequeno portão do lugar em que eu ousava estar. O portão era uma construção incólume pelo tempo, não apresentava sequer um arranhão. Definia-se, também, por ser um torii, uma espécie de porta composta por dois pilares verticais, garantindo sustentação, e um horizontal, no qual estava escrito 音隠れの里, Otogakure no Sato 一 País do Som. Por um tempo, tentei compreender aquilo. Como um país inteiro poderia ser limitado apenas à um trio de pilares de madeira? 一 perguntei-me, mas continuei em silêncio, galgando em direção àquela construção.

Enquanto caminhava, sentia o chacoalhar de minhas vestes, que se enquadrava apenas ao meu tronco e ao quadril. Sem qualquer pretensão, percebi que a luz solar 一 que estava forte 一 refletia em meu cabelo esbranquiçado, acertando as raízes capilares e tornando-as momentaneamente endurecidas. Com minhas roupas majoritariamente rubras, senti um pouco do calor inundar meu corpo, contudo, ignorei a sensação. Pouco tempo depois, ultrapassei o portão que daria acesso ao País do Som.

Sem descansar, continuei minha marcha em direção ao perigo. Senti, subitamente, que a planície em que antes me encontrava estava se findando, e dando origem à uma grande depressão. Quando me deparei, estava no alto do morro, fitando, lá em baixo, a região que era considerada como uma grandeprodutora agrícola. O País do Som era uma gigantesca área de solo fértil e clima favorável. Era possível localizar, no fundo, diversos lagos que auxiliavam a irrigar a terra local, influenciando nas condições climáticas e no quociente da produção de frutos e vegetais. Também consegui vislumbrar algumas casas de madeira, apresentando uma arquitetura tipicamente rural. Além de tudo, era uma paisagem belíssima, típica de cartões de visita ou de panfletos de turismo.

Tomando cuidado para não cair, arrastei-me pelo desfiladeiro, indo em direção ao grande vale. Usei a técnica de 'esquiar' pela descida, colocando um dos pés afrente de meu corpo, funcionando para dar dinamicidade, e o outro atrás, trabalhando como freio em momentos de urgência. Em alguns segundos, pude encontrar o solo macio novamente, pronto para realizar aquilo que eu havia sido pago. Continuei minha caminhada.

── Ei você! 一 falou uma voz masculina, grossa. Virei-me, seguindo-a como referência. ── Saia daqui imediatamente! 一 disse, e pude finalmente ver o rosto do indivíduo. Era um homenzarrão, de cabelos negros espetados, corpo musculoso, e olhos pretos. Carregava consigo uma espada grande, tal qual uma claymore ou uma montante. Arregalei os olhos e percebi, atrás dele, outros cinco indivíduos, totalizando seis homens. Cada um dos outros tinha sua própria fisionomia, mas todos eram fisicamente preparados para combates, com músculos extrapolando o próprio tecido epitelial. ── Meu nome é Shirou Emiya, vim do Vilarejo Oculto da Folha, Konohagakure no Sato. 一 apresentei-me, virando-me para todos os homens. Continuei a falar, antes que me cortassem. ── Vim em busca dos bandidos que ameaçam o País do Som e toda sua produção. Seriam vocês ... 一 apontei para todos com o indicador. ── ... Tais 'bandidos'? 一 completei, mostrando uma feição nervosa, forçando os músculos da sobrancelha. Um deles, ao ouvir meu discurso, ousou mostrar os dentes e começar a gargalhar. Os outros cinco, fizeram o mesmo, entendendo que a situação em que eles se encontravam era superior à minha. ── Você? Um ninja? Nunca! Volte para sua casa, antes que façamos alguma coisa ruim com sua pessoa! 一 exclamou o homem com a espada, dando de lado. Enquanto ele falava, calculava a distância entre eles e eu, e acabei encontrando aproximadamente dez metros nos separando. Rapidamente, realizei um selo manual com ambas as mãos 一 selo tigre 一 e, subitamente, apareci atrás de um daqueles homens, escolhido à dedo por mim previamente.

Com as mãos rápidas, retirei de minha bolsa uma faca kunai, e usei-a para cravar a ponta da lâmina em sua perna. O homem, instintivamente, viu-me de relance e tirou a perna para trás, fazendo eu errar, por pouco, o tendão do mesmo. Ainda assim, com a kunai encravada no seu membro, seria difícil qualquer reação do mesmo, e antes que ele gritasse de dor, usei-me da minha velocidade para desferir um soco em seu queixo, desestabilizando-o e fazendo-o cair no chão. ── Que a batalha comece. 一 falei baixinho. Os outros inimigos se viraram e partiram para cima de mim.

O fato é que, com seus corpos grandes, eles eram muito lentos, talvez mais lentos que qualquer Genin formado em Konoha. Logo, consegui me desviar facilmente de socos e pontapés que eles ousavam desferir em mim. Aliás, contava também com a força de meus olhos vermelhos, que deslizavam de um lado para o outro buscando uma abertura evasiva. Logo, um deles tentou me acertar com um chute carregado de força, e simplesmente, usando minha velocidade e agilidade, subi encima de sua perna e saltei para o céu. Nesse instante, busquei duas shuriken e lancei-as, com a mão direita, em direção à batata da perna do mesmo. Foi um alívio quando vi as estrelas cravando na pele do mesmo, e o homem desabando no chão, agonizando de dor. Porém, contudo, foi nesse momento que vi que nem tudo era um mar de rosas. O homem de espada, o primeiro a quem eu tive contato, realizou um selo manual e soltou um bafo flamejante. ── Goukakyuu no Jutsu! 一 invocou um jutsu de fogo, comum dos Uchiha, que liberou uma esfera de fogo de tamanho considerável, que viajou até mim em alta velocidade. Sem poder fazer nada, no ar, apenas cruzei os braços à minha frente, fechei os olhos e aguardei, pronto para receber o impacto da técnica. Foi nesse momento que uma técnica de água veio à meu encontro, combatendo de frente o jutsu de meu algoz. Era Katon e Suiton, os dois extremos do mundo ninja. E, pela minha sorte, Suiton venceu. A torrente aquática engoliu a esfera flamejante e inundou a região com um vapor quente, que aos poucos era dissipada pela brisa do vento. Quando toquei o chão e abri os olhos, vi que dezenas de pessoas estavam à meu lado, junto à mim, prontas para 'acabar' com aqueles malfeitores. ── Vamos lá, habitantes do País do Som! 一 disse uma das pessoas, um homem alto, com chapéu de palha e com as mãos formando um selo manual 一 provavelmente tinha sido ele quem me salvara do fogo. ── Vamos nessa! 一 o restante das pessoas gritou, em coro, eufóricas com a batalha. E nesse instante, o bandido com espada estremeceu, mas falou algo com seus companheiros restantes que eu não consegui entender. Estava na hora do duelo.

Cinco homens do País do Som tomaram minha frente. Todos já estavam preparados com seus selos manuais. Os banidos também se organizaram, com o seu líder 一 o de espada e cabelo preto 一 no meio e todos formando seus selos de mão. Em súbito, todos gritaram; ── Mizurappa! - disse o lado dos habitantes do País do Fogo. ── Goukakyuu no Jutsu! 一 disse o time oposto. Era um combate de técnicas de Suiton e Katon, que abalou até mesmo a abóbada celeste. O estrondo quando os jutsus se chocaram foi imenso, e o chão estremeceu com o impacto e força dos combatentes. Enquanto era travado o embate entre as habilidades, uma nuvem de vapor subia as céus, formando uma nuvem de chuva acima do campo de batalha.

Por mais que durasse o confronto, era nítido qual lado iria vencer. Aos poucos, as chamas do Katon eram sendo consumidas, e por fim, acabaram por ser extinguidas pelas águas dos jutsus do estilo Suiton. Ao se apagarem, as torrentes avançaram em direção aos algozes do País do Som, acertando-os um por um, e desacordando-os. Pude ouvir um murmuro do líder dos banidos dizendo: ── Eu perdi...

Ao término, agradeci à todos por terem me ajudado. Sem eles, eu nunca conseguiria enfrentar todos os banidos, seria uma missão suicida. Agradeci também ao homem que havia me salvado, e ele ficou feliz de saber que Konoha havia se disponibilizado para ajudar os habitantes do País do Som. De coração puro, despedi-me de todos e galguei em direção ao cume do vale, buscando retornar para meu vilarejo e receber a recompensa de minha missão.


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MensagemAssunto: Re: — rank c;   Qua Ago 22, 2018 9:22 pm

ok
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